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Diário de um pároco de aldeia

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Ficha Técnica

Título: Diário de um pároco de aldeia
Autor: Georges Bernanos
Ano de edição ou reimpressão: 2016
Editora: Paulinas
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 217 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 254
Peso: 434g
ISBN: 9789896735494

Sinopse

É de 1936 a publicação da obra mais emblemática de Georges Bernanos, Diário de um pároco de aldeia, na qual verte o seu arguto espírito de perscrutador dos âmagos da alma, nos domínios da mística e das misteriosas dimensões em que atua a Graça na natureza. Neste palco, a fraqueza, a humildade, o sofrimento, o sentido de serviço são as eficazes armas no combate infindável contra a adversidade diabólica. Apelidado de «romancista número um da vida sacerdotal», é considerado «insuperado, até hoje, no desenho e captura psicológica de padres, o que se deve, além do génio, à sua formação e vivência íntima da vida da graça condicionada pelo contacto, angustiante ou tranquilo, com sacerdotes» (in João Maia, Verbo – Encicl. Luso-Brasileira de Cultura).

A visão do cristianismo de Bernanos é comparada, por alguns críticos, à do académico francês e nobel da Literatura, François Charles Mauriac e do novelista inglês Henry Graham Greene. Georges Bernanos é apontado como um animado intérprete do mal e da luta que a alma trava para o conter. Num apontamento sintético sobre Bernanos, a revista Times, ainda em vida do autor, apresentava-o com estes termos: «Georges Bernanos é o mais ilustre autor católico da França e, simultaneamente, o crítico mais atento da Igreja.» E, em entrevista, com o bispo norte-americano Edwin V. O’Hara, Bernanos explicou que os seus severos ataques aos católicos apenas deveriam ser interpretados como a tentativa de os despertar para as suas responsabilidades.

Sobre o autor

Georges Bernanos foi um escritor e jornalista francês. Era um Católico Romano com inclinações monarquistas, um grande crítico da “burguesia” de sua época, que identificou como tendo um forte sentimento do que ele chamou de derrotismo. Ele estava vinculado a uma visão trágica e pessimista do Cristianismo, semelhante à de François Mauriac e Graham Greene, que é uma resposta de fé ao tema central da relação entre o ser humano e o mundo na literatura contemporânea. Obteve sucesso literário principalmente por seus romances Sob o sol de Satã, de 1926, e Diário de um pároco de aldeia, de 1938. Em suas obras, Georges Bernanos explora a batalha espiritual do bem contra o mal, especialmente por meio da personagem de um padre católico que luta para a salvação das almas de seus paroquianos.

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