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Imitação de Cristo

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Ficha Técnica

Título: Imitação de Cristo
Autor: Tomás de Kempis
Ano de edição ou reimpressão: 2015
Editora: Paulinas
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 216 x 20 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 488
Peso: 312g
ISBN: 9789896734374

Sinopse

«Este livro é um companheiro fiel, uma consolação nos trabalhos, um mestre nas tuas dúvidas, uma arte para orar ao Senhor, uma regra de vida, uma confiança para morrer, um livro que diz de ti o que tu próprio não alcanças.» (Frei Luís de Granada, escritor e espiritual dominicano) O livro Imitação de Cristo é a obra mais impressa – e como tal, certamente, umas das mais influentes – depois da Bíblia. À semelhança do que aconteceu com os Jesuítas, este livro de espiritualidade tornou-se numa obra de leitura obrigatória, durante o «noviciado», de muitas congregações e ordens religiosas, tocando deste modo o coração de milhares de religiosos ao longo dos séculos. Mas a sua influência foi muito para além das fronteiras da Igreja católica.

Editado anonimamente no século XV, a sua atribuição a Tomás de Kempis (testemunhada nos melhores autores da época) parece ser hoje incontestada. Durante muito tempo foi conhecida sob o nome Contemptus mundi («Desprezo do mundo»), desvelando a sua pertença ao movimento da «devoção moderna», título que viria a ser substituído pelo de Imitação de Cristo, tema do primeiro parágrafo da obra. O seu autor, Tomás de Kempis, teve a seu cargo, durante muitos anos, a instrução dos noviços do convento agostiniano de Agnetenberg (Países Baixos). Esse terá sido, provavelmente, o contexto em que foram escritos os quatro livros que vieram a constituir a obra agora publicada. Este clássico da espiritualidade cristã, embora tenha sido escrito para uma sociedade muito diferente da atual, não perdeu ainda toda a sua acutilância. Nas palavras de Honoré de Balzac, «a Imitação está para o dogma como a ação para o pensamento. Nela, o catolicismo é vibrante, move-se, agita-se, luta corpo a corpo com a vida humana». Podemos já não partilhar da mesma devoção de Kempis, mas confrontamo-nos com desafios muito semelhantes, que nos exigem uma resposta. Só por isso, é um livro inspirador.

«Para a “Imitação”, os prazeres e as honras de nada valem, como de nada vale a especulação intelectual Houve um tempo em que a “Imitação de Cristo” foi importante na minha vida, o que só é estranho porque eu nunca segui ideais ascéticos, embora às vezes pareça. Gostemos ou não da mensagem cristã, é difícil defender que se trata de uma mundividência desligada do mundo, hostil a todos os afectos humanos, coisa mental apenas. E, no entanto, é esse o ensinamento que Tomás de Kempis descobriu nas palavras de Cristo, e ao qual emprestou as suas palavras, que para muitos cristãos se tornaram quase tão famosas como as da Bíblia, quase uma segunda Bíblia.» Pedro Mexia, in A Revista do Expresso

Sobre o autor

Tomás de Kempis (1380-1471) era um monge alemão, escritor e conhecido copista de talento na sua época. Teve de se exiliar após o cisma de Utrecht e, mais tarde teria a seu cargo a educação dos pretendentes ao sacerdócio. Considerado um dos obreiros do movimento Devotio Moderna, apologista do vigor e da clareza do espírito através da simplicidade e da humildade, escreveu os quatro livros que, compilados, constituem Imitação de Cristo.

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