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Novas representações da vida em biologia e filosofia ao ser vivo

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Ficha Técnica

Título: Novas representações da vida em biologia e filosofia ao ser vivo
Autor: Laurent Cherlonneix e Jean Claude Ameisen
Ano de edição ou reimpressão: 2014
Editora: Instituto Piaget
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 233 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 376
Peso: 578g
ISBN: 9789897590313

Sinopse

Mais concretamente, o espírito deste volume consiste em partir da apresentação da imbricação vida-morte ao nível celular, e em integrar, quando necessário, a tecnicidade do vocabulário, das ferramentas e dos modelos da biologia da apoptose, a fim de tornar possível o espaço intelectual onde se possa forjar um olhar interdisciplinar sobre estas relações vida-morte.

Um primeiro conjunto de textos propõe uma perspetiva bastante ampla: biológica, epistemológica, metabiológica. Um segundo conjunto de textos estabelece o diálogo filosofia da vida/biologia da apoptose a partir de alguns filósofos, vistos como possíveis candidatos a uma abordagem transdisciplinar do par vida-morte. Esta fase foi animada por uma questão de fundo: poderá haver discussão entre a biologia da apoptose e propostas que dizem respeito a uma filosofia da vida/do ser vivo? Com efeito, poder-se-á dizer que, de Leibniz (Jean Roland) a Heidegger e Jonas (Éric Pommier), de Simondon (Jean-Hugues Barthélémy) a Deleuze (Jean-Yves Heurtebise) e a Frédéric Worms, há conceptualizações filosóficas da vida e do ser vivo suscetíveis de compreender, ou mesmo eventualmente de retroagir e de interrogar o vocabulário da morte celular «programada», na medida em que este suscita uma nova representação do ser vivo?

Nesta segunda fase, os autores estenderam a mão na direção da teologia com uma comunicação de Éric Charmetant sobre as modalidades de comparação entre os conceitos vida-morte da teologia cristã e os conceitos propostos por Jean Claude Ameisen em La sculpture du vivant a partir da biologia celular, nomeadamente na sua interpretação da passagem de Génesis 2-3 sobre os efeitos do fruto da árvore da vida e sobre as consequências do facto de o pecado original impedir a Adão e Eva o acesso a estes frutos.

Numa terceira fase reflete, já não tanto a partir de discursos produzidos por epistemólogos, filósofos ou mesmo teólogos, mas a partir de trabalhos de investigadores em biologia e biomedicina: Georges Chapouthier, Pascal Nouvel, Michael Azagury. Estes colaboradores debruçaram-se de uma forma diferente, e mais geral, sobre os fenómenos de iniciação e suspensão da morte celular, que bem conhecem.

E que dizem eles: confirmam, matizam ou contrariam a ideia de que estas investigações pressupõem e produzem hoje, diante dos nossos olhos, uma «nova representação da vida»?

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