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Beata Alexandrina e o seu médico Dr. Manuel Azevedo

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Ficha Técnica

Título: Beata Alexandrina e o seu médico Dr. Manuel Augusto Dias de Azevedo
Autor: Manuel Augusto Dias de Azevedo
Ano de edição ou reimpressão: 2014
Editora: Edição de autor
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 210 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 85
Peso: 156g

Sinopse

A presente obra divide-se em três partes: na primeira parte é apresentado um resumo da “Vida e obra” do Dr. Manuel Augusto Dias de Azevedo; uma segunda parte transcreve alguns documentos, já divulgados e tratados em conferências, etc, que pode ajudar os leitores a ter acesso a documentos que estavam no arquivo da família do autor desta publicação; a terceira parte são vivências do autor desta publicação.

in Prefácio

Sobre o autor

Dr. Manuel Augusto Dias de Azevedo, (21 de Setembro de 1894 – 20 de Dezembro de 1971, Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, Portugal) foi um médico português, médico assistente de Beata Alexandrina. Licenciado e doutorado em medicina pela Universidade do Porto.

Visitou-a pela primeira vez em Janeiro de 1941 e dedicou-se logo ao seu estudo clínico, para aprofundar o trabalho que o Dr. Abílio de Carvalho deixara incompleto. Além de seu médico, foi sobretudo seu defensor, quando se instalou a polémica em relação ao caso de Alexandrina. Publicou artigos em jornais, polemizou com detractores, manteve correspondência epistolar frequente com personalidades a quem o caso dizia particularmente respeito (Arcebispo de Braga, Pe. Mariano Pinho e Pe. Humberto Pasquale, Cardeal Cerejeira e mesmo o Papa). Enquanto os directores da Alexandrina iam sendo afastados, ele, como leigo e médico (com formação teológica), mantinha-se firmemente ao seu lado.

Após a morte da Alexandrina, fundou o Boletim que a divulgava e defendia, dando conta dos favores que teria recebido pela sua intercessão. Redigiu-o desde Agosto de 1957 a Julho de 1970. Ao falecer, estava em curso o Processo de Beatificação e Canonização de Alexandrina.

Um catedrático da Universidade do Porto chamou-lhe «Augusto na medicina»; outros chamaram-lhe «primus inter primos» (primeiro entre os primeiros). Pai de catorze filhos, ainda lhe sobrava tempo para dedicar dois dias por semana a atender gratuitamente os doentes economicamente carenciados.

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