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A menina gotinha de água

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Ficha Técnica

Título: A menina gotinha de água
Autor: Papiniano Carlos
Ano de edição ou reimpressão: 2020
Editora: Assírio & Alvim
Idioma: Português
Dimensões: 235 x 238 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 45
Peso: 478g
ISBN: 9789723718010

Sinopse

Livro está recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 2.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada – Grau de Dificuldade II, e integra as Metas Curriculares de Português para o ensino básico (2.° ano).

Nos anos 60, Papiniano Carlos publicou «A Menina Gotinha de Água», uma obra de literatura infantil que contribuiu decisivamente para a renovação deste género literário em Portugal, nomeadamente no que respeita à sua função na educação das crianças. Agora numa nova edição, ilustrada por Henrique Cayatte.

Sobre o autor

Escritor português, nasceu em Lourenço Marques (atualmente Maputo), capital de Moçambique, no ano de 1918. Divulgador incansável da poesia africana de expressão portuguesa, foi colaborando em publicações literárias que vieram a assumir um carácter de importância, como sendo a Seara Nova, a Vértice, a Bandarra e as Notícias do Bloqueio, que eventualmente dirigiu.

Em 1942 publicou o seu primeiro livro, uma coletânea de poemas intitulada Esboço que, com os volumes que seguiram, como Ó Lutador (1944), Poema da Fraternidade (1945), Estrada Nova (1946), o tornaram num nome de destaque de entre os poetas neorrealistas portuenses.

Estreou-se como contista em 1946, ao publicar Terra com Sede, prosseguindo as suas contribuições para o género com o híbrido As Florestas e os Ventos (1952).

Com uma obra poética bastante dispersa, caracterizada pela riqueza anafórica e pela redundância simbólica, compilou ainda alguns volumes de sucesso, como Caminhemos Serenos (1957), Uma Estrela Viaja na Cidade (1958) e o célebre A Menina Gotinha de Água (1962), vocacionado para o público infantil, pelo qual Papiniano Carlos nutria grande estima. Também para crianças compôs Luisinho e as Andorinhas (1977), O Cavalo das Sete Cores e o Navio (1980), O Grande Lagarto da Pedra Azul (1986) e A Viagem de Alexandra (1989).

De referir também o seu único romance, O Rio na Treva (1975), e uma crónica, A Rosa Noturna (1961).

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