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Cipriano de Cartago. Obras Completas I – 35/1

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Ficha Técnica

Título: Cipriano de Cartago. Obras Completas I – 35/1
Autor: Cipriano de Cartago
Coleção: Patrística
Ano de edição ou reimpressão: 2016
Editora: Paulus
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 202 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 312
Peso: 436g
ISBN: 9788534943864

Sinopse

Cipriano de Cartago, primeiro bispo africano mártir, escreveu em resposta a questões pontuais surgidas durante o difícil decênio de seu episcopado. A conduta das virgens exorta ao cuidado com a vaidade e os vícios.

Em Os lapsos, Cipriano afronta a questão daqueles cristãos que negaram a própria fé durante uma das perseguições do Império Romano e que não deviam ser readmitidos na comunidade sem passar pela disciplina eclesiástica. A unidade da Igreja católica exorta os fiéis a não abandonar o único rebanho de Cristo para seguir aqueles que dele se separaram. A oração do Senhor é um comentário ao Pai-Nosso, síntese da fé cristã.

A mortalidade, composto em meio a uma peste, admoesta os cristãos a não temer a morte. As boas obras e a esmola incita os fiéis a fazer o bem: a salvação recebida no batismo deve desdobrar-se em caridade constante, que é feita principalmente ao próprio Deus. O bem da paciência convida a imitar a paciência de Deus em meio às dificuldades deste mundo.

Sobre o autor

Cipriano de Cartago converteu-se ao cristianismo quando contava trinta e cinco anos de idade. No ano 249 foi escolhido para bispo de sua cidade e empenhou-se na organização da Igreja em África. Revelou-se extraordinário mestre de moral cristã. Deixou diversos escritos, sobretudo cartas, que constituem preciosa colecção documental sobre fé e culto. Contribuiu para a criação do latim cristão.

Uma das grandes figuras do século III, Cipriano, de família rica de Cartago, capital romana no Norte de África. Quando pagão era um ótimo advogado e mestre de retórica, até que provocado pela constância e serenidade dos mártires cristãos. Por causa de sua radical conversão muitos ficaram espantados já que era bem popular. Com pouco tempo foi ordenado sacerdote e depois sagrado bispo num período difícil da Igreja africana. Duas perseguições contra os cristãos ocorrerem: a de Décio e Valeriano, marcaram seu começo e seu fim e uma terrível peste andou pelo norte da África, semeando mortes. Problemas doutrinários, por outro lado, agitavam a Igreja daquela região. Diante da perseguição do imperador Décio em 249, Cipriano escolheu esconder-se para continuar prestando serviços à Igreja.

No ano 258, o santo bispo foi denunciado, preso e processado. Existem as atas do seu processo de martírio que relatam suas últimas palavras do saber da sua sentença à morte. Ele foi um dos biografados por São Jerônimo em De Viris Illustribus, onde ele afirma que “Cipriano foi morto no mesmo dia em que Papa Cornélio foi morto em Roma, embora não no mesmo ano”.

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